"The Dragon Painter", William Worthington (1919)
O fascínio do exótico Oriente, neste caso do mítico e teatral Japão. Imagens quase surreais, de encontro de civilizações.

Do ponto de vista cinematográfico estamos na presença de uma comédia que segue a linha das comédias de costumes teatrais, que procuram corrigir os vícios pelo riso. "Madame DuBarry" conta-nos a trajectória de vida de Jeanne Vaubernier na Paris da época de Luis XV. De simples modista e namorada do estudante Armand de Foix, ela torna-se amante de nobres da corte, concubina do rei e a mais poderosa mulher do reino. Durante a Revolução Francesa é julgada e condenada à morte por um tribunal presidido por Armand, um dos líderes da revolução. Pola Negri é a Madame DuBarry de Lubitsch.
Fritz Lang continua com "Harakiri" a apostar numa concepção visual mais naturalista do cinema, ao contrário dos trabalhos de seus contemporâneos. O cenário nunca tenta suplantar a realidade, mas de certa maneira, tenta refazê-la. Este filme foi particularmente elogiado pelos críticos da época, por detalhes da natureza e da recriação do Japão daquele tempo.